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Todos os artigos — página 8

Resumos de estudos, guidelines comentados, posologia e alertas regulatórios para profissionais de saúde, do mais recente ao mais antigo.

  • Erenumabe Reduz Incidência de Cefaleia por Uso Excessivo de Medicamentos
    11/11/2024 — Clínica Médica · Neurologia

    Pacientes com enxaqueca crônica e cefaleia por uso excessivo de medicamentos (CUEM) constituem uma subpopulação pouco estudada, sem opções preventivas eficazes bem estabelecidas. Este estudo randomizado investigou o efeito do erenumabe e mostrou que ele foi eficaz na redução da CUEM em pacientes com enxaqueca crônica e CUEM não relacionada a opioides ao longo de 6 meses.

  • Como Eu Faço a Vacinação para Covid-19 em Pacientes com Doenças Reumáticas Imunomediadas Com Base nas Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2022
    11/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    A vacinação é a estratégia mais efetiva para controlar pandemia por SARS-CoV-2. No entanto, os estudos pivotais não incluíram pacientes com doenças reumáticas imunomediadas (DRIM), que tem uma disfunção imunológica relacionada à própria doença ou ao uso de drogas imunomoduladoras. Os dados disponíveis até agora mostraram uma menor taxa de resposta vacinal em pacientes com DRIM, quando comparados a controles saudáveis.  Este guideline tem o objetivo de direcionar reumatologistas sobre a vacinação de pacientes com DRIM, considerando cenários específicos da prática diária, em decisão compartilhada com os pacientes.  Foi feito um consenso entre 24 reumatologistas da comissão de doenças infecciosas da SBR usando a metodologia Delphi, com base em uma revisão de literatura a partir de 19 perguntas relacionadas à vacinação na prática clínica. As questões foram discutidas e refinadas em 4 rodadas de votação anônima. Ao fim do processo, 17 recomendações foram estabelecidas, com pelo menos 80% do painel tendo votado “concordo” ou “concordo fortemente” com cada uma delas. 

  • Como Eu Manejo a Insuficiência Renal Aguda Associada à Rabdomiólise Com Base em Revisões da Literatura até 2024
    08/11/2024 — Terapia Intensiva · Medicina de Emergência · Nefrologia

    A rabdomiólise é uma síndrome clínica resultante da lesão do músculo esquelético, que leva à liberação de seus constituintes celulares na circulação. Essa condição pode ser seguida por injúria renal aguda (IRA), que, quando presente, representa uma complicação grave. Atualmente, não existem grandes estudos clínicos ou consensos de diretrizes para o manejo da rabdomiólise. Nesse contexto, revisões da literatura são essenciais para orientar a abordagem desses casos. Devido à escassez de evidências sólidas, utilizaremos revisões não sistemáticas e recomendações, incluindo: a recomendação de manejo da IRA induzida por rabdomiólise publicada no CJASN em 2024; uma revisão publicada no Critical Care por um grupo da República Checa; e a revisão de IRA e rabdomiólise publicada no NEJM em 2009.

  • Como Eu Faço a Avaliação do Risco Cirúrgico em Cirurgias Eletivas Não-Cardíacas Com Base na Diretriz ESC 2022 e no 3º Guideline para Avaliação Cardiovascular Perioperatória da Sociedade Brasileira de Cardiologia 2017
    08/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    Dado que cerca de 50% dos adultos com idade ≥ 45 anos submetidos a cirurgias não-cardíacas apresentam, pelo menos, 2 fatores de risco cardiovasculares, é fundamental haver adequada avaliação e manejo cardiovascular no pré e perioperatório. O objetivo destes guidelines é endossar uma abordagem padronizada e baseada em evidências para manejo cardiovascular pré e perioperatório. Estas diretrizes baseiam suas recomendações em 4 classes. Classe I: recomendação forte; Classe IIa: deve ser considerada; Classe IIb: pode ser considerada e Classe III: não recomendada.

  • Análogos do GLP-1 Podem Melhorar a Saúde Óssea em Pacientes com Diabetes Tipo 2
    08/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Reumatologia

    Os análogos do GLP-1, conhecidos por seu papel no controle glicêmico em pacientes com diabetes tipo 2 (DM2), também apresentam efeitos pleiotrópicos que podem impactar o metabolismo ósseo e o risco de fraturas. No entanto, o mecanismo exato pelo qual esses medicamentos influenciam a saúde óssea ainda não está completamente esclarecido. Esta revisão sistemática e metanálise foi realizada para avaliar os efeitos dos análogos de GLP-1 sobre o metabolismo ósseo em pacientes com DM2, sugerindo que eles podem melhorar a densidade mineral óssea (DMO) na coluna lombar e no colo do fêmur, além de inibir a reabsorção óssea e promover a formação óssea.

  • Há Diferenças Entre Sialoadenite Crônica Esclerosante e Síndrome de Sjögren Primária?
    08/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    Embora os critérios diagnósticos da Síndrome de Sjögren (SS) primária sejam amplamente conhecidos, algumas condições clínicas podem gerar ambiguidade diagnóstica. A sialoadenite crônica esclerosante (SCE) é uma dessas condições, o que levanta questões sobre as possíveis semelhanças e diferenças em relação à SS primária. Este estudo retrospectivo investigou essa relação e demonstrou que, apesar de ambas envolverem as glândulas salivares, há diferenças significativas em termos de achados clínicos e laboratoriais.

  • O Efeito de 6 vs 9 Anos de Ácido Zoledrônico no Tratamento da Osteoporose: Segunda Extensão do Estudo HORIZON
    07/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Reumatologia

    A continuação do tratamento com ácido zoledrônico por 9 anos, em comparação com 6 anos, oferece maior benefício na densidade mineral óssea em mulheres pós-menopáusicas com osteoporose?

  • Edoxabana como Monoterapia Antitrombótica para Fibrilação Atrial e Doença Arterial Coronária Estável
    07/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    A monoterapia com edoxabana em pacientes com fibrilação atrial e doença arterial coronária estável resulta em menor incidência de eventos clínicos adversos quando comparada à terapia dupla antitrombótica (edoxabana + um agente antiagregante)?

  • Efeito de Pulsoterapia com Glicocorticoide Pré Hospitalar em Pacientes com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnivelamento do Segmento ST
    07/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Medicina de Emergência

    Uma dose alta de corticoide ainda no atendimento pré-hospitalar resulta em efeitos cardioprotetores em pacientes com infarto agudo do miocárdio com supra de ST?

  • Semaglutida 2,4 mg em Adultos com Sobrepeso ou Obesidade e Diabetes tipo 2
    07/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Nutrologia

     O uso de semaglutida 2,4 mg é eficaz na redução de peso em adultos com sobrepeso/obesidade e DM2, quando comparado à semaglutida 1,0 mg e placebo?

  • Efeito da Sibutramina na Manutenção de Peso Perdido
    07/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Nutrologia

    O uso da sibutramina é eficaz na manutenção do peso perdido em pacientes com obesidade? 

  • Como Eu Faço a Prevenção de Infecção Associada a Cateteres Venosos Centrais de Inserção Periférica (PICCs) Com Base na Diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) 2024
    06/11/2024 — Terapia Intensiva

    As infecções de corrente sanguínea associadas ao cateter (ICS) são comuns no ambiente hospitalar, estando relacionadas a piores desfechos e ao aumento de custos. Essas ICS têm um alto potencial de prevenção por meio de cuidados na inserção, manutenção e remoção/troca dos dispositivos intravasculares. Embora os cateteres venosos centrais de inserção periférica (PICCs) sejam usados com menor frequência em comparação aos acessos periféricos (AVPs), a ponta desses cateteres fica localizada em uma veia central, podendo qualquer infecção progredir para uma ICS. Assim, os cuidados com a inserção e a manutenção deste dispositivo devem ser rigorosos. A Organização Mundial da Saúde (OMS) elaborou novas diretrizes para a prevenção de ICS relacionadas a PICCs. Essas diretrizes foram formuladas a partir de perguntas-chave (usando a metodologia PICO), revisão sistemática da literatura e recomendações baseadas na abordagem GRADE. A maioria das recomendações apresentadas nas diretrizes fundamenta-se em boas práticas, mas sem alto nível de certeza na evidência. 

  • Como Eu Faço Manejo de Imobilidade e Sono no Paciente Crítico Com Base no PADIS da SCCM 2018
    06/11/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva · Medicina de Emergência

    A fraqueza adquirida na UTI é uma das complicações mais relevantes da doença crítica. Um dos principais fatores de risco para a ocorrência desta complicação é o imobilismo, sendo que a adoção de mobilização e reabilitação precoce podem ter um papel essencial para mitigar esta condição.  Outro aspecto frequentemente negligenciado em pacientes críticos é a qualidade do sono. A má qualidade do sono pode gerar desconforto para o paciente, além de influenciar em desfechos clínicos como a incidência de delirium. Em resposta a esses desafios, a Society of Critical Care Medicine (SCCM) desenvolveu, em 2018, o PADIS, diretrizes para o manejo de dor, agitação/sedação, delirium, imobilidade e sono no paciente crítico. As recomendações foram elaboradas com base na metodologia GRADE. Uma recomendação forte indica alta confiança de que os benefícios superam os riscos, enquanto uma recomendação condicional aponta que a evidência é menos robusta ou que há um equilíbrio entre os benefícios e riscos, permitindo maior flexibilidade na decisão clínica. Já uma boa prática clínica representa uma recomendação baseada em consenso de especialistas ou experiência clínica. Neste texto, abordaremos as principais recomendações relacionadas à imobilidade e à qualidade do sono em pacientes críticos.

  • Pontos-chave da Diretriz de Manejo Cardiovascular Perioperatório 2024 AHA/ACC
    06/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    Em setembro de 2024, a AHA/ACC publicou uma nova diretriz para o manejo do risco cardiovascular em cirurgias não-cardíacas. Essa diretriz é especialmente relevante, pois pacientes com doenças cardíacas apresentam risco cirúrgico elevado. A seguir, destacam-se as principais recomendações dessa nova diretriz.

  • Uso Regular de Opioides Pode Impactar no Padrão de Dor Anginosa?
    06/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    O uso contínuo de opioides pode alterar a percepção dos sintomas do infarto do miocárdio (IAM), levando ao reconhecimento tardio e ao atraso no tratamento. Este estudo, baseado em registros, mostrou que pacientes que usavam opioides cronicamente apresentaram menor frequência de dor torácica durante um infarto, o que pode afetar a identificação precoce do evento.

  • Secuquinumabe versus Adalimumabe no Tratamento de Artrite Psoriásica Ativa
    05/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    O secuquinumabe é superior ao adalimumabe na monoterapia biológica de primeira linha em pacientes com artrite psoriásica ativa?

  • Colchicina É Necessária Como Profilaxia Durante o Escalonamento da Dose de Alopurinol em Gota?
    05/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia · Medicina de Família e Comunidade

    Colchicina profilática reduz a incidência de crises de gota em pacientes no início do tratamento com alopurinol, em comparação ao placebo?

  • Efeitos Cardiovasculares da Intervenção Intensiva de Estilo de Vida em Pacientes com Diabetes Tipo 2
    05/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Cardiologia · Nutrologia

    Em pacientes com diabetes tipo 2 e sobrepeso ou obesidade, uma intervenção intensiva de estilo de vida visando perda de peso é capaz de reduzir a morbimortalidade cardiovascular, quando comparada às orientações gerais de estilo de vida? 

  • Estratégia Conservadora vs Invasiva em Idosos com Infarto sem Supradesnível de ST
    05/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Geriatria

    Em idosos com IAM sem supra ST, a estratégia invasiva é superior à estratégia conservadora em termos de redução de morte cardiovascular ou infarto do miocárdio não fatal?

  • Eficácia e Segurança da Semaglutida Oral 25 mg e 50 mg em Comparação a 14 mg em Adultos com Diabetes Tipo 2
    05/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    Em adultos com diabetes tipo 2 não controlado, a administração diária de semaglutida oral 25 mg e 50 mg é superior ao uso de 14 mg na redução de HbA1c e peso corporal?

  • Como Eu Trato Artrite Reumatoide Com Base nas Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2017
    04/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    Com o surgimento de novas evidências e opções terapêuticas nos últimos anos, fez-se necessária a atualização das recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2015 para o diagnóstico e o tratamento da Artrite Reumatoide (AR).   Foi realizada uma revisão sistemática da literatura com base em 10 perguntas clínicas, que, por consenso, originaram 11 recomendações, considerando a qualidade das evidências e o equilíbrio entre benefícios e riscos. A qualidade da evidência foi estabelecida de acordo com o sistema GRADE. Para que cada recomendação fosse aceita, era necessário que pelo menos 70% dos especialistas concordassem.

  • Como Eu Trato as Manifestações Cutâneas e Hematológicas da Doença de Sjögren Com Base nas Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia 2024
    04/11/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    A doença de Sjogren é uma doença autoimune, conhecida pelos sintomas de secura, mas que pode apresentar acometimento extraglandular em 40-50% dos pacientes, com potencial gravidade.  Um painel de especialistas da Sociedade Brasileira de Reumatologia realizou uma revisão sistemática e meta-análise sobre a prevalência das manifestações extraglandulares presentes no ESSDAI (EULAR Sjogren’s syndrome disease activity index). Somente publicações envolvendo pacientes maiores de 18 anos e com a forma primária da doença foram incluídas. Com base na revisão sistemática e meta-análise realizada, as recomendações foram elaboradas por meio de uma votação entre os especialistas, utilizando o método Delphi.  Este trabalho é complementar a outros já publicados e aborda a identificação clínica, o diagnóstico, a monitorização, o prognóstico e o tratamento das manifestações cutâneas e hematológicas da Doença de Sjogren. 

  • Oclusão de Apêndice Atrial Esquerdo Reduz Recorrência de AVC
    04/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Neurologia

    Pacientes com fibrilação atrial (FA) que sofreram acidente vascular encefálico isquêmico (AVC), apesar de estarem em terapia anticoagulante oral, possuem um risco elevado de recorrência do AVC. Este estudo de coorte observacional investigou a associação entre a oclusão de apêndice atrial esquerdo (OAAE) e a redução da recorrência de AVC. Os resultados sugerem que, no perfil de pacientes estudados, a OAAE foi associada a uma redução significativa no risco de novo AVC.

  • RDW Pode Ser Marcador de Mortalidade em Pacientes Sépticos Críticos
    04/11/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva · Hematologia

    O índice de distribuição dos glóbulos vermelhos (RDW) tem sido associado à mortalidade em várias doenças. No entanto, sua relação com a sepse, uma das principais causas de morte em todo o mundo, ainda não é totalmente compreendida. Este estudo buscou avaliar essa associação em pacientes sépticos críticos, mostrando que o RDW elevado está associado à mortalidade em 30 dias.

  • Pressão Arterial Sistólica de 24h e Noturna São Mais Elevadas na Artrite Reumatoide
    01/11/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Reumatologia

    A prevalência de hipertensão arterial sistêmica (HAS), um importante fator de risco cardiovascular, é aumentada em portadores de artrite reumatoide (AR). Este estudo transversal mostrou que as medidas de pressão arterial sistólica, tanto de 24h quanto noturna, são maiores em pacientes com AR. Esses achados estão fortemente relacionados à inflamação e à ativação imune.

  • Glicemia Pós-Prandial de 2 Horas é Melhor Preditora de Risco Cardiovascular
    01/11/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Cardiologia

    Ainda não se sabe qual é o teste glicêmico diagnóstico mais adequado para predizer o risco cardiovascular em pacientes com histórico de doença arterial coronariana. Por isso, foi realizado este estudo de coorte, que demonstrou que o teste de glicemia pós-prandial de 2 horas (TGPP-2h) é o método mais eficaz para predizer o risco de eventos cardiovasculares futuros no perfil de pacientes avaliado.

  • Efeito de 3 vs 6 Anos de Ácido Zoledrônico para Osteoporose
    31/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Reumatologia

    O uso de ácido zoledrônico por 6 anos oferece maior um benefício na densidade mineral óssea em comparação com o uso por 3 anos em mulheres com osteoporose pós-menopausa?

  • Espasmo Arterial Cerebral. Ensaio Clínico Randomizado Controlado com Nimodipino em Pacientes com Hemorragia Subaracnóidea
    31/10/2024 — Terapia Intensiva · Neurologia

    O uso de nimodipino é eficaz em prevenir ou alterar a gravidade de déficits neurológicos secundários ao vasoespasmo em pacientes com HSA aneurismática?

  • Tirzepatida para Perda de Peso em Adultos Chineses com Obesidade
    31/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    O uso de tirzepatida é eficaz na redução de peso e seguro para pacientes chineses com sobrepeso ou obesidade? 

  • Como Eu Trato Cetoacidose Diabética Com Base na Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2023
    30/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Terapia Intensiva · Medicina de Emergência

    A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda grave do diabetes, caracterizada por hiperglicemia, acidose metabólica e cetose, comum no diabetes tipo 1, mas também presente no tipo 2.  O tratamento eficaz, realizado em ambiente hospitalar, inclui correção de desequilíbrios metabólicos, controle eletrolítico, hidratação e uso de insulina regular. O guideline da Sociedade Brasileira de Diabetes tem como objetivo padronizar a identificação, diagnóstico e tratamento da CAD com base em evidências científicas, garantindo cuidados de qualidade. Neste texto, abordaremos o tratamento do paciente com cetoacidose diabética. A classificação das recomendações foi feita da seguinte forma: recomendação forte (Classe I e IIa) para intervenções eficazes e baseadas em evidências de alta qualidade; recomendação condicional (Classe IIb) para intervenções com eficácia menos estabelecida; e recomendação contra (Classe III) para intervenções consideradas ineficazes ou prejudiciais.

  • Como Eu Faço o Diagnóstico e Tratamento da Artrite Psoriásica Com Base nas Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2020
    30/10/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    Com o surgimento de novas evidências e opções terapêuticas nos últimos anos, fez-se necessária a atualização das recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2013 para o diagnóstico e o tratamento da Artrite Psoriásica (APs).  Cada recomendação é classificada conforme o sistema Oxford de 2001: grau A (forte, baseado em evidências de alta qualidade), grau B (forte, baseado em evidências de qualidade moderada a alta), grau C (fraco, baseado em evidências de qualidade inferior) e grau D (fraco, baseado em evidências de qualidade muito baixa ou na opinião de especialistas).

  • Como Eu Faço Manejo de Delirium no Paciente Crítico Com base no PADIS da SCCM 2018
    30/10/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva · Medicina de Emergência

    O delirium é uma condição muito comum em pacientes críticos, podendo gerar grande sofrimento para os pacientes e familiares, além de ser associado a piores desfechos. Trata-se de uma condição que reflete uma disfunção do sistema nervoso central diante de uma doença grave.  Pacientes que apresentam delirium durante a internação estão predispostos a ter um aumento no tempo de internação, custos hospitalares e declínio cognitivo após a alta. Em resposta a esses desafios, a Society of Critical Care Medicine (SCCM) desenvolveu, em 2018, o PADIS, diretrizes para o manejo de dor, agitação/sedação, delirium, imobilidade e sono no paciente crítico. As recomendações foram elaboradas com a metodologia GRADE. Uma recomendação forte significa que há alta confiança de que os benefícios superam os riscos. Por outro lado, uma recomendação condicional indica que a evidência é menos robusta ou que os benefícios e riscos são equilibrados, permitindo maior flexibilidade na decisão clínica. Uma boa prática clínica é uma recomendação baseada no consenso de especialistas ou na experiência clínica. Neste texto, abordaremos as principais recomendações relacionadas à avaliação e ao manejo de delirium em pacientes críticos.

  • Patiromer é Eficaz no Manejo de Hipercalemia em Insuficiência Cardíaca com Fração de Ejeção Reduzida
    30/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Nefrologia

    Em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida (ICFER), é frequente o uso de doses subótimas de antagonistas do receptor mineralocorticoide (ARM), devido ao risco de hipercalemia. Isso poderia ser mitigado pelo uso de ligantes de potássio, como o patiromer. Por isso, foi realizada esta análise pré-especificada do estudo de fase 3 DIAMOND, que mostrou que, em pacientes com ICFER e hipercalemia atual, o uso de patiromer ajuda a manter os níveis de potássio, possibilitando o alcance das doses-alvo de ARM.

  • O Perfil Epidemiológico da Síndrome de Takotsubo Mudou?
    30/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    A percepção da Síndrome de Takotsubo (ST) evoluiu ao longo dos anos, impulsionada pelo aumento do reconhecimento de complicações agudas e da mortalidade associadas ao quadro. Assim, foi realizado este estudo de tendências temporais, que mostrou uma transição na demografia dos pacientes acometidos pela ST, com uma prevalência crescente entre os homens. Além disso, observou-se um aumento na mortalidade a curto prazo e nas taxas de choque cardiogênico associadas à ST nos últimos anos.

  • Asundexian versus Apixaban em Pacientes com Fibrilação Atrial
    29/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    O uso de asundexian é tão eficaz quanto apixabana na prevenção de AVC e embolia sistêmica em pacientes com fibrilação atrial, com menor risco de eventos hemorrágicos?

  • Bimekizumab em Pacientes com Artrite Psoriásica Iniciantes em Imunobiológico
    29/10/2024 — Reumatologia

    Bimekizumabe é eficaz no controle da artrite psoriásica em pacientes virgens de tratamento imunobiológico?

  • Tireoidectomia Sem Radioiodoterapia em Pacientes com Câncer de Tireoide de Baixo Risco
    29/10/2024 — Clínica Médica · Medicina Nuclear

    A ausência de administração pós-operatória de radioiodo em pacientes com câncer de tireoide de baixo risco é não inferior ao uso de radioiodoterapia em termos de recorrência após 3 anos? 

  • Hiperglicemia Associa-se ao Aumento no Risco de Sangramento Pós-Trombólise
    28/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Neurologia

    A trombólise intravenosa com alteplase em pacientes hiperglicêmicos com acidente vascular encefálico isquêmico (AVC) está associada a um aumento do risco hemorrágico e a piores desfechos funcionais. Para explorar essa associação, foi realizado este estudo observacional que mostrou que, em pacientes com AVC secundário à oclusão de grandes vasos e submetidos à trombólise, a hiperglicemia na admissão esteve associada a piores desfechos em 90 dias.

  • Candidemia Adquirida em UTI é Mais Frequente em Pacientes com COVID-19
    28/10/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva · Infectologia

    Embora a infecção por COVID-19 seja um fator de risco significativo para várias infecções bacterianas, virais e fúngicas secundárias, seu impacto na candidemia adquirida em UTI (CAU) ainda é pouco explorado. Por isso, foi realizado este estudo de coorte, que mostrou que, apesar de pouco frequente, a taxa de CAU foi maior entre pacientes com infecção por COVID-19.

  • Como Eu Lido com Erro Médico? Se o pior acontecer ... pense como o Michael Jordan ou como um estoico
    25/10/2024 — Clínica Médica

    “Errei mais de 9.000 arremessos na minha carreira. Perdi quase 300 jogos, vinte e seis vezes confiei em mim para fazer a tacada da vitória e errei. Eu falhei várias vezes. E é por isso que tenho sucesso.'’ ― Michael Jordan Insistentemente ouvimos da cultura que é errando que se aprende. Não é à toa que, quando um amigo fracassa, costumamos dizer essa frase como forma de consolo, além de outras pequenas bondades. Curiosamente, quando o erro é nosso, não conseguimos fazer o mesmo. E por que? Porque, somos o nosso pior crítico. Na maioria das vezes, você nunca julgaria um amigo, um familiar ou um colega tão duramente quanto você se julga por ser um humano imperfeito. Existe uma vozinha na sua cabeça que sussurra: “você já deveria saber isso; suas habilidades são medíocres”.  Na saúde, o potencial de dano ao paciente carrega consigo a ideia de incompetência e de sanções institucionais. No BMJ, o Dr. Wu definiu como “a segunda vítima”, o cuidador implicado por um erro pelo qual se sente pessoalmente responsável. Enquanto segunda vítima, experimentaremos sentimentos de fracasso e questionaremos nossa experiência clínica e nossa competência fundamental.  A proposta é refletir sobre a inevitável sensação de fracasso durante uma carreira, e esperamos que este breve artigo possa lhe dar um ponto de partida para ajudá-lo através de sua própria experiência individual.

  • Selexipague em Vasculopatia Digital por Esclerose Sistêmica
    25/10/2024 — Clínica Médica · Reumatologia

    Fenômeno de Raynaud e úlceras digitais são os principais sinais de vasculopatia digital em pacientes com esclerose sistêmica (ES), mas ainda não existem tratamentos efetivos para essas condições. Assim, foi realizado este estudo, que mostrou que o selexipague, um agonista oral da prostaciclina aprovado para o tratamento de hipertensão arterial pulmonar relacionada à ES, foi eficaz no tratamento da vasculopatia digital associada à ES durante 1 ano de administração.

  • Inibidores do SGLT2 Não Melhoram Desfechos em Hospitalizados com COVID-19
    25/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Infectologia

    Apesar do uso de inibidores do SGLT2 ter sido proposto como um potencial tratamento para adultos hospitalizados com COVID-19, devido aos efeitos anti-inflamatórios e de proteção endotelial desta classe medicamentosa, estudos randomizados não mostraram evidências de benefício. Assim, foi realizada esta metanálise, que concluiu que o uso dos inibidores do SGLT2 não melhorou os desfechos no perfil de pacientes avaliado.

  • Monitorização de Pressão Intracraniana Com e Sem Monitorização de Oxigênio Tissular em Traumatismo Cranioencefálico Grave na França
    24/10/2024 — Terapia Intensiva · Neurologia

    Uma estratégia baseada na monitorização precoce de PIC e PbtO2 é superior à estratégia de monitorização apenas de PIC em pacientes com TCE grave?

  • Estudo Aberto de Fase 2 de Eneboparatide, um Novo Agonista do Receptor de PTH 1, no Hipoparatireoidismo
    24/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    Eneboparatide é efetivo no tratamento do hipoparatireoidismo?

  • Uso de Esteroides Convencionais vs. Hidrocortisona de Liberação Prolongada em Desfechos Metabólicos, Cardiovasculares e Ósseos em Pacientes com Insuficiência Adrenal
    24/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    O uso a longo prazo de hidrocortisona de liberação prolongada oferece benefício na mudança de peso corporal em comparação ao uso de corticoides convencionais em pacientes com insuficiência adrenal? 

  • Como Eu Faço Manejo de Dor no Paciente Crítico Com Base no PADIS da SCCM 2018
    23/10/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva · Medicina de Emergência

    A dor, definida como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual atual ou potencial, é um evento muito comum em pacientes críticos. O manejo de dor na UTI é complexo devido à grande variabilidade de apresentação, de tolerância individual e de resposta ao tratamento, além de diversas barreiras para a avaliação, incluindo ventilação mecânica, delirium e uso de dispositivos invasivos.  Além de gerar sofrimento, a dor (especialmente se grave e persistente) pode resultar em piores desfechos. Em resposta a esses desafios, a Society of Critical Care Medicine (SCCM) desenvolveu, em 2018, o PADIS, diretrizes para o manejo de dor, agitação/sedação, delirium, imobilidade e sono no paciente crítico. As recomendações foram elaboradas com a metodologia GRADE. Uma recomendação forte significa que há alta confiança de que os benefícios superam os riscos. Já uma recomendação condicional indica que a evidência é menos robusta ou que os benefícios e riscos são equilibrados, permitindo maior flexibilidade na decisão clínica. Uma boa prática clínica é uma recomendação baseada no consenso de especialistas ou na experiência clínica. Neste texto, abordaremos as principais recomendações relacionadas à avaliação e ao manejo da dor em pacientes críticos.

  • Como Eu Faço o Diagnóstico e Trato Espondiloartrite Axial Com Base nas Recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2019
    23/10/2024 — Reumatologia

    Com o surgimento de novas evidências sobre espondiloartrites nos últimos anos, fez-se necessária a atualização das recomendações da Sociedade Brasileira de Reumatologia de 2013 para o diagnóstico e o tratamento das espondiloartrites axiais (EpA).  Cada recomendação é classificada conforme o sistema Oxford de 2001: grau A (forte, baseado em evidências de alta qualidade), grau B (forte, baseado em evidências de qualidade moderada a alta), grau C (fraco, baseado em evidências de qualidade inferior) e grau D (fraco, baseado em evidências de qualidade muito baixa ou na opinião de especialistas).

  • Como Eu Faço o Diagnóstico e Avaliação Inicial de Cetoacidose Diabética Com Base na Diretriz da Sociedade Brasileira de Diabetes 2023
    23/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Terapia Intensiva · Medicina de Emergência

    A cetoacidose diabética (CAD) é uma complicação aguda grave do diabetes, caracterizada por hiperglicemia, acidose metabólica e cetose. Embora seja mais comum no diabetes tipo 1, também pode ocorrer no tipo 2. O diagnóstico precoce é essencial devido à rápida evolução da cetoacidose diabética, que pode levar a complicações graves, como insuficiência renal, arritmias, coma e alta mortalidade.  O guideline da Sociedade Brasileira de Diabetes tem como objetivo padronizar a identificação, o diagnóstico e o tratamento da CAD com base em evidências científicas, garantindo cuidados de qualidade. Neste texto, abordaremos o diagnóstico e a avaliação inicial do paciente com cetoacidose diabética. A classificação das recomendações foi feita da seguinte forma: recomendação forte (Classe I e IIa) para intervenções eficazes e baseadas em evidências de alta qualidade; recomendação condicional (Classe IIb) para intervenções com eficácia menos estabelecida; e recomendação contra (Classe III) para intervenções consideradas ineficazes ou prejudiciais.

  • Implante de Shunt Interatrial Transcateter Não Melhora Desfechos em Insuficiência Cardíaca
    23/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    Um shunt interatrial poderia promover um mecanismo autorregulatório que reduz a pressão atrial esquerda, resultando na melhora dos sintomas e no prognóstico em insuficiência cardíaca (IC). Assim, foi realizado este estudo randomizado, que demonstrou que o implante de um shunt interatrial transcateter não melhora os desfechos clínicos em IC e pode ser deletério em pacientes com IC e fração de ejeção preservada.

  • Fibrose Miocárdica é Marcador Prognóstico em Estenose Aórtica
    23/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    Pacientes portadores de estenose aórtica (EA) moderada ou grave assintomática estão sob risco de eventos cardiovasculares. Por isso, são necessários dados que contribuam para a definição do prognóstico desses pacientes. Assim, foi realizada esta coorte, que demonstrou que o aumento da fibrose intersticial difusa do miocárdio, avaliada por ressonância magnética cardíaca, está associado a resultados desfavoráveis ​​em pacientes com EA moderada e grave assintomática.

  • Metotrexato para Tratar Osteoartrite de Mãos com Sinovite
    22/10/2024 — Clínica Médica · Reumatologia · Geriatria

    Metotrexato é eficaz na redução da dor em pacientes com osteoartrite de mãos com sinovite, quando comparado ao placebo?

  • Efeito da Colchicina na Estabilidade de Placa Coronariana em Pacientes com Síndrome Coronariana Aguda
    22/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia

    Em pacientes com síndrome coronariana aguda, o uso de colchicina aumenta a estabilidade da placa coronariana em comparação ao placebo?

  • Uso Combinado de Levotiroxina e Liotironina em Pacientes Submetidos à Tireoidectomia Total
    22/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    A combinação de levotiroxina (LT4) e liotironina (LT3) é mais eficaz do que a levotiroxina isolada em modificar marcadores de efeito tecidual periférico após tireoidectomia total? 

  • Acesso à Esquerda é Preferível para Punção Venosa Subclávia Guiada por Ultrassom
    21/10/2024 — Clínica Médica · Terapia Intensiva

    O mal posicionamento de cateter após a punção venosa subclávia (PVS) não é incomum e pode resultar em complicações graves. Por isso, um estudo randomizado avaliou qual topografia subclávia (direita ou esquerda) está associada a menores taxas de mal posicionamento. Os resultados revelam que o acesso à subclávia esquerda, guiado por ultrassom, está relacionado a um menor risco de mal posicionamento de cateter em comparação ao acesso à direita.

  • Injúria Renal Aguda Pode Aumentar Risco de Demência
    21/10/2024 — Clínica Médica · Nefrologia · Neurologia

    Estudos pré-clínicos sugerem que a injúria renal aguda (IRA) pode gerar mudanças bioquímicas e patológicas no cérebro. No entanto, esses estudos possuem um baixo número amostral, o que compromete a confiabilidade dos resultados. Por isso, foi realizado este estudo utilizando dados da coorte SCREAM, que mostraram que pacientes que experimentaram episódios de IRA têm um risco elevado de desenvolver demência.

  • Canagliflozina Melhora o Metabolismo do Ferro e Níveis de Hemoglobina em Pacientes com Doença Renal Crônica
    18/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Nefrologia · Hematologia

    O uso de inibidores da SGLT2 parece estar relacionado a efeitos significativos no controle da anemia, influenciando o metabolismo do ferro, os níveis de hemoglobina e a deficiência funcional de ferro. Uma análise post-hoc do ensaio CREDENCE, publicada em 2024, avaliou o efeito da canagliflozina no metabolismo do ferro em pacientes com DRC e diabetes tipo 2, investigando seu impacto nos níveis de hemoglobina e na deficiência de ferro. O principal achado do estudo foi que a canagliflozina aumentou o TIBC, reduziu os níveis de ferritina e melhorou os níveis de hemoglobina, independentemente da presença de deficiência de ferro.

  • Sequelas Pós-COVID-19 São Frequentes em Doenças Autoimunes Reumáticas
    18/10/2024 — Clínica Médica · Reumatologia · Infectologia

    Pacientes com doenças autoimunes reumáticas enfrentam riscos elevados de complicações após infecções virais, incluindo o COVID-19. No entanto, a incidência e as manifestações das sequelas pós-infecção aguda nessa população imunossuprimida permanecem pouco estudadas. Este estudo de coorte prospectiva buscou identificar a frequência dessas sequelas e suas associações com fatores como vacinação e reinfecções. Os achados sugerem que um número considerável de pacientes desenvolveu sintomas persistentes após a infecção, principalmente no âmbito neurológico e psicológico.

  • Insulina Efsitora É Não-Inferior à Degludeca em Diabetes Tipo 2
    18/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    A insulina efsitora alfa é uma insulina basal de administração semanal, desenvolvida para oferecer maior comodidade posológica. Com dados ainda limitados sobre sua eficácia e segurança, este estudo randomizado foi realizado para comparar a efsitora com a insulina degludeca em pacientes com diabetes tipo 2.

  • Novas Diretrizes para o Tratamento da Osteoporose com Osteoformadores: Evolução na Prevenção de Fraturas
    17/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    Especialistas reforçam a importância dos osteoformadores como primeira linha de tratamento em casos de alto risco de fratura e detalham os critérios para sua indicação.

  • Perspectivas para o Tratamento de Longo Prazo da Osteoporose com Anabólicos
    17/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia

    Estudos recentes exploram a possibilidade de múltiplos ciclos de tratamento com anabólicos ósseos, oferecendo novas opções para pacientes com alto risco de fratura.

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