Todos os artigos — página 10
Resumos de estudos, guidelines comentados, posologia e alertas regulatórios para profissionais de saúde, do mais recente ao mais antigo.
- Efeitos de Dieta e Exercício na Prevenção de Diabetes Tipo 2 em Pessoas com Intolerância à Glicose08/10/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia
Mudança no estilo de vida (exercício físico e/ou dieta) reduz a incidência de diabetes tipo 2?
- Prednisolona em Baixa Dose em Idosos com Artrite Reumatoide08/10/2024 — Clínica Médica · Reumatologia
O uso de prednisolona em baixa dose (5 mg/dia), adicionado ao tratamento padrão, reduz atividade e é seguro para pacientes idosos com artrite reumatoide ativa?
- Progressão de Fibrilação Atrial Após Crioablação ou Terapia Medicamentosa08/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia
Em pacientes com fibrilação atrial paroxística, o tratamento inicial com crioablação por cateter é mais eficaz do que a terapia com medicamentos antiarrítmicos na redução da progressão para fibrilação atrial persistente?
- Apixabana é Deletéria em Pacientes Oncológicos?07/10/2024 — Neurologia · Oncologia · Clínica Médica
Os dados sobre a eficácia e segurança dos agentes antitrombóticos em pacientes com câncer e acidente vascular encefálico (AVE) criptogênico são escassos. Por essa razão, foi realizada uma análise post-hoc do estudo ARCADIA, que demonstrou que, no perfil de pacientes avaliado, não houve diferença no risco isquêmico ou hemorrágico entre o uso de apixabana e o de aspirina.
- Medida de Dióxido de Carbono Expirado Prevê Falha de Extubação?07/10/2024 — Terapia Intensiva · Clínica Médica
Inúmeras medidas de predição para falha de extubação foram propostas, incluindo hipercapnia ao final do teste de respiração espontânea (TRE). No entanto, a realização de gasometria arterial ao final da TRE não é recomendada rotineiramente, enquanto o dióxido de carbono expirado (ETCO2) pode ser facilmente monitorado. Assim, foi realizado este estudo observacional, que mostrou que a ETCO2 seriada durante a TRE bem-sucedida parece ter valor preditivo limitado para os desfechos da extubação.
- Inibidor de Bomba de Prótons Se Associa a Doença de Behçet Intestinal04/10/2024 — Reumatologia · Gastroenterologia · Clínica Médica
Em pacientes portadores de Doença de Behçet, ainda é incerto se o uso de inibidor de bomba de prótons está associado ao aumento da incidência da forma intestinal da doença. Assim, foi realizada esta coorte retrospectiva que mostrou uma forte associação entre o uso dessa classe medicamentosa e o desenvolvimento da forma intestinal da Doença de Behçet em portadores da doença.
- Glicocorticoides Convencionais Pioram Desfechos em Insuficiência Adrenal?04/10/2024 — Endocrinologia · Clínica Médica
Pacientes com insuficiência adrenal têm risco elevado de mortalidade, especialmente por complicações cardiovasculares. O tratamento convencional envolve glicocorticoides como o acetato de cortisona e a hidrocortisona de liberação imediata, que podem gerar picos e quedas nos níveis hormonais. Esse perfil de liberação está associado ao aumento do risco de complicações metabólicas e cardiovasculares. A hidrocortisona de liberação dupla, uma formulação mais recente, combina liberação imediata e sustentada em um único comprimido, proporcionando um perfil mais suave e fisiológico de glicocorticoides. Este estudo randomizado mostrou que o uso de glicocorticoides convencionais, em um seguimento de 10 anos, está associado a piores desfechos em pacientes com insuficiência adrenal, quando comparado à hidrocortisona de liberação dupla.
- Abatacepte Inibe a Inflamação e o Início de Artrite Reumatoide em Indivíduos de Alto Risco03/10/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
O tratamento com abatacepte é eficaz em diminuir inflamação subclínica em indivíduos de alto risco para desenvolvimento de AR?
- Cuidado Paliativo Escalonado em Pacientes com Câncer de Pulmão Avançado03/10/2024 — Pneumologia · Oncologia · Cuidados Paliativos · Clínica Médica
Uma estratégia de cuidado paliativo escalonado, ocorrendo em momentos-chave da evolução da doença, pode ser um modelo efetivo para melhorar a qualidade de vida de pacientes com câncer de pulmão?
- Efeitos da Terapia Lipídica Combinada no Diabetes Mellitus Tipo 203/10/2024 — Cardiologia · Endocrinologia · Clínica Médica
A terapia combinada com estatina e fibrato reduz o risco de doença cardiovascular em pacientes com DM2 que apresentam alto risco cardiovascular?
- CBR 2024 - Combinação de Biológicos no Manejo da Artrite Psoriásica Refratária02/10/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
O cenário terapêutico das doenças autoimunes, especialmente da artrite psoriásica (AP), tem passado por grandes transformações desde o advento das terapias biológicas. À medida que o arsenal terapêutico se expande, a combinação de diferentes biológicos surge como uma abordagem inovadora e promissora. A combinação de biológicos pode ser considerada, principalmente, quando há necessidade de potencializar a resposta em casos complexos, como quadros articulares resistentes, ou quando é necessário tratar simultaneamente manifestações cutâneas e articulares.
- CBR 2024 - Lidando com as Diferenças das Espondiloartrites de Início no Adulto e Juvenil: Evidência da Ressonância Magnética de Inflamação e Lesões Estruturais02/10/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A ressonância magnética (RM) é uma ferramenta crucial para o diagnóstico e acompanhamento da espondiloartrite axial (EspA), tanto em adultos quanto em crianças. No entanto, as diferenças anatômicas e o desenvolvimento ósseo infantil apresentam desafios na interpretação dos achados radiológicos, especialmente na avaliação das articulações sacroilíacas (SI). As peculiaridades entre as inflamações e lesões estruturais observadas em adultos e crianças devem ser consideradas com cuidado, para evitar diagnósticos equivocados e tratamento inadequado.
- CBR 2024 - Tratamentos Não Convencionais na Osteoartrite02/10/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
O avanço da ciência tem impulsionado a exploração de terapias não convencionais para o manejo da OA. Essas opções terapêuticas emergentes ainda não estão incluídas nas diretrizes padrão e possuem níveis de evidência que variam de fracos a promissores, com pouco uso na prática clínica atual.
- CBN 2024 - Atualizações KDIGO sobre o Manejo das Vasculites ANCA-Associadas02/10/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
A KDIGO (Kidney Disease: Improving Global Outcomes) é uma organização global sem fins lucrativos, cuja missão inclui desenvolver diretrizes para orientar a prática clínica dos nefrologistas. Em 2024, as vasculites ANCA-associadas foram um dos tópicos revisados pela KDIGO, com novas recomendações discutidas no Congresso Brasileiro de Nefrologia, trazendo atualizações relevantes para o manejo dessa patologia.
- Como Eu Trato Sobrepeso e Obesidade em Crianças e Adolescentes Com Base em Recomendações da US Preventive Services Task Force 202402/10/2024 — Endocrinologia · Clínica Médica · Pediatria
Aproximadamente 19,7% das crianças e adolescentes entre 2 e 19 anos nos EUA possuem um IMC acima do percentil 95 para idade e sexo, de acordo com os gráficos de crescimento do CDC. A prevalência de IMC elevado aumenta com a idade e é mais comum em certas populações de risco, como hispânicos/latinos, nativo americanos e negros não-hispânicos, além de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda. A US Preventive Services Task Force comissionou uma revisão sistemática para avaliar a evidência das intervenções de aconselhamento comportamental e farmacoterapia para a perda e controle do peso em crianças com mais de 6 anos e adolescentes, que pode ser oferecida em um cenário de atenção primária. O método adotado classifica as recomendações em: Grau A (alto benefício, oferecer o serviço), Grau B (benefício moderado, oferecer o serviço), Grau C (benefício pequeno, oferecer seletivamente), Grau D (sem benefício ou malefício supera, evitar) e Grau I (evidência insuficiente, considerar caso a caso).
- Como Eu Faço o Diagnóstico de Síndrome Antifosfolípide Com Base nos Critérios Classificatórios ACR-EULAR de 202302/10/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Com uma melhor compreensão das manifestações clínicas não-trombóticas e da importância dos fatores de risco trombóticos tradicionais em pacientes com anticorpos antifosfolípides, além da necessidade de estratificação de risco baseada no perfil desses anticorpos, tornou-se necessário atualizar os critérios classificatórios para Síndrome Antifosfolípide. Os critérios anteriores datavam de 1999 e foram revisados em 2006 (critérios de Sapporo). A elaboração dos critérios seguiu um processo rigoroso baseado em evidências e opiniões de experts.Os critérios foram validados em 2 coortes internacionais e demonstraram alta especificidade (99%) em relação aos critérios de Sapporo revisados (86%). A sensibilidade dos novos critérios foi de 84%. Definiram-se, finalmente, 8 critérios, sendo 6 clínicos e 2 laboratoriais, além de um critério de entrada obrigatório. Esses critérios podem auxiliar na prática clínica para ajudar no diagnóstico quanto em pesquisas clínicas para garantir a homogeneidade dos grupos de estudo.
- Como Eu Faço Reversão de Trombolíticos em Pacientes com Hemorragia Intracraniana Com Base na Diretriz da Sociedade de Cuidados Neurocríticos 201602/10/2024 — Terapia Intensiva · Neurologia · Medicina de Emergência
Os antitrombóticos incluem anticoagulantes, agentes antiplaquetários e trombolíticos. São comumente usados para tratar eventos tromboembólicos ou como profilaxia em diferentes condições clínicas. Entretanto, esses agentes aumentam o risco de sangramento. Devido a controvérsias na literatura sobre a reversão de antitrombóticos em pacientes com hemorragia intracraniana, esta diretriz foi desenvolvida para fornecer evidências sobre os efeitos desses agentes. A Sociedade de Cuidados Neurocríticos (NCS), em conjunto com a Sociedade Médica de Cuidados Críticos, reuniu 13 profissionais de diversas instituições e especialidades, como neurocrítica, neurologia, neurocirurgia, AVC, medicina de emergência e hematologia para desenvolver o guideline. A população estudada incluiu adultos com hemorragia intracraniana espontânea ou traumática, excluindo casos de coagulopatias intrínsecas, com estudos em inglês publicados até janeiro de 2013. Neste texto abordaremos apenas as recomendações relacionadas aos trombolíticos. Os estudos selecionados foram avaliados usando a escala GRADE (Grading of Recommendations Assessment, Development and Evaluation) para estratificar a força das evidências, com recomendações elaboradas e revisadas pelo painel de especialistas. O método GRADE categoriza a qualidade das evidências em quatro níveis (alta, moderada, baixa e muito baixa) e, com base na qualidade das evidências, relação risco-benefício e disponibilidade de recursos, classifica as recomendações como fortes ou condicionais. Boas práticas clínicas referem-se a recomendações baseadas na experiência e consenso de especialistas, onde a força da evidência não foi formalmente classificada pela diretriz.
- Edoxabana É Segura em Fibrilação Atrial e DAC Crônica?02/10/2024 — Cardiologia · Clínica Médica
Apesar de recomendações consistentes de guidelines, dados de estudos randomizados sobre terapia antitrombótica de longo prazo em pacientes com fibrilação atrial (FA) e doença coronariana (DAC) crônica estável são escassos. Dessa forma, se realizou este estudo randomizado que mostrou que, no perfil de pacientes avaliado, a edoxabana (monoterapia) levou a melhores desfechos clínicos, com segurança adequada.
- Qual Combinação Diurética é Mais Eficaz em Insuficiência Cardíaca?02/10/2024 — Cardiologia · Nefrologia · Clínica Médica
Em pacientes com insuficiência cardíaca crônica (ICC) e congestão refratária, o manejo diurético eficaz continua sendo um desafio, e há poucas evidências sobre a melhor combinação de diuréticos nesses casos. Este estudo randomizado de crossover investigou três diferentes combinações de diuréticos e mostrou que a combinação de furosemida e metolazona resultou em uma natriurese mais elevada, mas também foi associada a uma maior incidência de piora da função renal.
- Risankizumabe vs Ustekinumabe para Doença de Crohn Moderada a Grave01/10/2024 — Reumatologia · Gastroenterologia · Clínica Médica
Qual a eficácia do Risankizumabe em comparação com o Ustekinumabe em relação à remissão clínica e endoscópica em pacientes com Doença de Crohn moderada a grave?
- Eficácia e Segurança da Semaglutida Semanal em Pessoas com Obesidade e Pré-Diabetes01/10/2024 — Endocrinologia · Clínica Médica
O uso de semaglutida é eficaz e seguro na redução do peso e melhora dos parâmetros glicêmicos em indivíduos com obesidade e pré-diabetes?
- Rosuvastatina para Prevenção de Eventos Vasculares em Homens e Mulheres com Proteína C-Reativa Elevada01/10/2024 — Cardiologia · Clínica Médica
O uso de rosuvastatina 20mg/dia reduz evento cardiovascular maior em pacientes com proteína-C reativa elevada?
- 📍 COBERTURA DE CONGRESSO: CBN 202430/09/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
Cobertura do XXXII Congresso Brasileiro de Nefrologia
- CBN 2024 - Novos Marcadores em Nefropatia Membranosa30/09/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
A Nefropatia Membranosa (NM) é a principal causa de síndrome nefrótica em adultos, com pico de incidência entre 50 e 60 anos. Essa condição pode ser classificada em primária (responsável por 70% dos casos e sem associação com outras doenças) e secundária (30% dos casos), associada a doenças autoimunes, infecções, neoplasias e medicamentos. O diagnóstico é tradicionalmente realizado por meio de biópsia renal, mas novos marcadores vêm emergindo, permitindo uma melhor diferenciação entre as formas primária e secundária, além de auxiliar no diagnóstico de pacientes adultos com síndrome nefrótica de início recente.
- CBN 2024 - Nefrotoxicidades dos Agentes Quimioterápicos e Nefropatia por Cilindros30/09/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
No tratamento oncológico, diversas medicações quimioterápicas apresentam nefrotoxicidades que afetam a função renal de maneira significativa. Platinas, metotrexato, ifosfamida e inibidores de VEGF são alguns exemplos de agentes que podem causar lesões renais agudas ou crônicas, como injúria renal aguda (IRA), microangiopatia trombótica (MAT), cistite hemorrágica e formação de cristais tubulares. A correta identificação e manejo das toxicidades renais associadas à quimioterapia são fundamentais para minimizar os danos e melhorar o prognóstico dos pacientes oncológicos.
- CBN 2024 - Atualizações sobre Acessos Vasculares para Hemodiálise30/09/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
A hemodiálise é a principal forma de terapia de suporte renal artificial, utilizada por cerca de 90% dos pacientes com insuficiência renal. Portanto, é de extrema importância o conhecimento e o manejo dos acessos vasculares. A fístula arteriovenosa (FAV) é geralmente o acesso de escolha, pois apresenta menor risco de infecção e um fluxo otimizado. No entanto, a escolha do acesso deve ser sempre individualizada, considerando as características clínicas de cada paciente. Além disso, com o avanço das técnicas de ultrassonografia, essa modalidade se tornou uma ferramenta essencial no manejo das fístulas arteriovenosas.
- CBN 2024 - Nefropatia dos Cilindros30/09/2024 — Nefrologia · Clínica Médica
A Nefropatia dos Cilindros é uma condição renal associada a uma série de doenças hematológicas, como mieloma múltiplo, macroglobulinemia de Waldenstrom e leucemia linfocítica crônica. Ela pode apresentar um espectro clínico que varia desde injúria renal aguda até doença renal crônica. A condição resulta da filtração glomerular excessiva de cadeias leves livres, que precipitam nos túbulos renais, levando a inflamação e lesão tecidual. Avanços recentes em citogenética, como a translocação (14;16), revelaram um aumento no risco de desenvolver injúria renal em cerca de 25% dos pacientes.
- Corticoterapia é Benéfica em Pneumonia Comunitária?30/09/2024 — Terapia Intensiva · Pneumologia · Clínica Médica
As diretrizes fornecem orientações variadas sobre o uso de corticoides como tratamento adjuvante na pneumonia comunitária (PC). Esta metanálise foi realizada para esclarecer esse papel, demonstrando que o uso de corticoides pode reduzir o risco de mortalidade e melhorar desfechos clínicos em pacientes com pneumonia, principalmente naqueles com formas graves da doença.
- Estimulação Magnética Transcraniana Melhora Desfechos em Tremor Essencial?30/09/2024 — Neurologia · Clínica Médica
A estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr) do hemisfério cerebelar está emergindo como uma nova opção de tratamento para o tremor essencial, uma condição debilitante. No entanto, as evidências sobre sua eficácia ainda são conflitantes. Este estudo randomizado, controlado por placebo (sham), investigou a eficácia e a segurança da EMTr de baixa frequência aplicada sobre o córtex cerebelar em pacientes com tremor essencial. Os resultados mostraram que a EMTr foi associada a uma segurança relativa e uma eficácia duradoura no tratamento da condição.
- CBR 2024 - Vasculites Crioglobulinêmicas27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A vasculite crioglobulinêmica é uma doença rara, complexa e de difícil diagnóstico e tratamento. Durante a conferência, foram abordados aspectos diagnósticos e terapêuticos, com ênfase na complexidade do manejo da doença. Diante do exposto, o tema foi abordado em conferência ministrada pelo Dr. Bóris Afonso Cruz no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Síndrome SAPHO e Osteomileite Crônica Não Bacteriana27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A Síndrome SAPHO é um acrônimo que representa as principais características da doença: S – sinovite, A – acne, P – pustulose, H – hiperostose e O – osteíte. Trata-se de uma síndrome autoinflamatória descrita pela primeira vez em 1987. Estudos recentes sugerem associações genéticas com HLA-A26, HLA-B27, HLA-B39 e HLA-B61. Além da susceptibilidade genética, também há relatos de relação com agentes infecciosos como Cutibacterium acnes (anteriormente conhecido como Propionibacterium acnes), Staphylococcus aureus e Haemophilus parainfluenzae. Diante do exposto, esse tema foi abordado em palestra ministrada pelo Dra. Eutilia Andrade Medeiros Freire no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Revendo a Doença Pulmonar Intersticial em Doenças do Tecido Conjuntivo27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Uma característica comum às doenças pulmonares intersticiais (DPIs) é o envolvimento difuso do interstício pulmonar, sendo a fibrose pulmonar idiopática o principal exemplo. Os sintomas mais frequentes incluem tosse seca, dispneia progressiva e fadiga. No exame físico, podem ser encontrados estertores basais bilaterais, baqueteamento digital, cianose central e sinais de insuficiência cardíaca direita. O exame padrão ouro para diagnóstico de DPI é a tomografia computadorizada de alta resolução. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr. Yannick Allanore no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Hipogamaglobulinemia nas Doenças Reumatológicas Imunomediadas – Uma Faca de Dois Gumes?27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Pacientes com imunodeficiências primárias (IDP) têm maior predisposição a desenvolver doenças autoimunes devido a disfunções no sistema imunológico, que pode atacar tecidos saudáveis. O diagnóstico de IDP em casos de autoimunidade é essencial para orientar o tratamento e prevenir complicações, como infecções recorrentes e resposta inadequada às terapias imunossupressoras. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr. Sandro Perazzio no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Pneumocistose na Prática do Reumatologista27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A pneumocistose (PJP) é uma infecção oportunista grave que afeta pacientes com doenças reumatológicas imunomediadas (DRIM), principalmente aqueles em uso de imunossupressores. Reconhecer a incidência e os fatores de risco é crucial para implementar medidas de profilaxia adequadas e evitar complicações graves. Diante do exposto, esse tema foi abordado pela Dra. Ana Karla Guedes de Melo no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Infecções Recorrentes e Artrite Reumatoide: O Que o Reumatologista Deve Saber27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Pacientes com doença pulmonar intersticial associada à artrite reumatoide (DPI-AR) têm um risco elevado de infecções graves, influenciado pela imunossupressão e atividade inflamatória. Um estudo recente lança luz sobre os microorganismos envolvidos e os fatores de risco para essas infecções. Diante do exposto, esse tema foi abordado pela Dra. Anna Carolina Faria Moreira Gomes Tavares no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Recomendações dos Guias SHARE e CARRA Para Vasculites ANCA-Relacionadas em Crianças27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
As vasculites ANCA-relacionadas, embora predominem em adultos, também afetam crianças, exigindo abordagens terapêuticas adaptadas. Os guias SHARE e CARRA oferecem recomendações específicas para o manejo pediátrico dessas doenças autoimunes. Diante do exposto, esse tema foi abordado pela Dra. Ana Paula Vecchi no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- Existe Tempo Ótimo Para Definir Mudança de Estratégia Terapêutica no LES?27/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
O estado de controle da atividade da doença lúpica é bem definido e sua busca leva a melhor cuidado aos pacientes. No entanto, no lúpus não-renal, não se sabe o tempo adequado após imunossupressão para controle da doença e quando uma mudança de estratégia deve ser considerada. Assim, realizou-se esta coorte observacional que mostrou que a melhora clínica das crises extrarrenais ocorre normalmente dentro de 6 meses após início de terapia imunossupressora.
- Suplementação de Testosterona em Mulheres Trans é Seguro?27/09/2024 — Endocrinologia · Clínica Médica
Mulheres transexuais submetidas à gonadectomia apresentam concentrações mais baixas de testosterona do que mulheres cisgênero e há incerteza quanto à dose e efeitos colaterais da suplementação deste hormônio em mulheres transexuais. Assim, foi feito este estudo de braço único que mostrou que a suplementação de testosterona é segura e viável, em curto prazo, em mulheres transexuais.
- Efetividade da Drenagem Lombar do Líquido Cerebroespinhal em Pacientes com Hemorragia Subaracnóidea Aneurismática26/09/2024 — Terapia Intensiva · Neurologia
A drenagem lombar precoce do líquido cerebroespinhal em pacientes com hemorragia subaracnóidea aneurismática melhora o desfecho neurológico funcional dos pacientes?
- Eficácia e Segurança de uma Estratégia Combinada de Desmame de Sedação e Ventilação em Pacientes Críticos26/09/2024 — Terapia Intensiva · Clínica Médica · Medicina de Emergência
Uma estratégia de despertar diário combinada com testes de respiração espontânea pode resultar em melhores desfechos em pacientes em ventilação mecânica?
- Orientação por Imagem Intravascular e Angiografia em Intervenção Coronária Percutânea Complexa em Pacientes com Diabetes26/09/2024
O benefício da orientação por imagem intravascular durante a intervenção coronariana percutânea (ICP) complexa é diferente na presença de diabetes?
- Microbioma e Autoimunidade: A Chave para Novas Terapias Personalizadas?26/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica · Imunologia
A crescente evidência do papel do microbioma intestinal em doenças autoimunes, como lúpus eritematoso sistêmico (LES) e doença inflamatória intestinal (DII), sugere uma ligação importante entre a composição microbiana e a progressão dessas condições. Este estudo investigou o papel do microbioma intestinal em doenças autoimunes, com foco no lúpus eritematoso sistêmico (LES) e na doença inflamatória intestinal (DII). O objetivo foi identificar assinaturas microbianas compartilhadas e exclusivas entre essas condições, buscando potenciais biomarcadores que possam guiar novos tratamentos e diagnósticos.
- Como Eu Faço o Diagnóstico e Classificação da Nefrite Lúpica Com Base no II Consenso da Sociedade Brasileira de Reumatologia25/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A nefrite lúpica (NL) acomete 50% dos pacientes com Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) e 80% dos pacientes com LES juvenil. Destes, mais de um terço evolui para doença renal crônica terminal em 15 anos. O último consenso da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) para o tratamento da NL foi publicado em 2015. Desde então, alvos específicos, novas opções terapêuticas e biomarcadores foram descritos. O objetivo principal deste consenso é o de auxiliar na decisão clínica na prática clínica, bem como no desenvolvimento de políticas de saúde pública e suplementar no Brasil. A metodologia GRADE foi utilizada para as recomendações. Para a aprovação, cada recomendação necessitava ≥82% de concordância entre os membros votantes, e cada intervenção foi classificada em fortemente a favor, fracamente a favor, condicional, fracamente contra ou fortemente contra.
- Como Eu Faço Intubação em Sequência Rápida em Pacientes Críticos Com Base na Diretriz da SCCM 202325/09/2024 — Terapia Intensiva · Clínica Médica · Medicina de Emergência
A intubação em sequência rápida (IOT-SR) é a estratégia padrão para intubar pacientes críticos, onde se administra um sedativo hipnótico e um bloqueador neuromuscular antes da passagem imediata do tubo orotraqueal, sem ventilação prévia. Esta abordagem reduz o risco de aspiração e otimiza as condições para a intubação em emergências. Apesar de ser um procedimento rápido, a IOT-SR envolve diversas decisões críticas a serem tomadas em poucos segundos ou minutos, o que pode impactar o sucesso do procedimento. Para auxiliar os profissionais, a Society of Critical Care Medicine (SCCM) formulou diretrizes abrangentes sobre a IOT-SR. As diretrizes da SCCM foram elaboradas por um painel de especialistas que utilizou a metodologia PICO para formular perguntas chave, seguidas de uma revisão sistemática da literatura e elaboração de recomendações com a abordagem GRADE. A maioria das recomendações é baseada em evidências de baixa qualidade, indicando a necessidade de estudos futuros para aumentar a confiança nas recomendações.
- Como Eu Faço o Manejo de Fatores de Risco Cardiovascular em Diabetes Com Base nas Recomendações da American Diabetes Association (ADA) 202425/09/2024 — Cardiologia · Endocrinologia · Clínica Médica
As doenças cardiovasculares, como a doença cardiovascular aterosclerótica (DCVA) e a insuficiência cardíaca, são as principais causas de morbidade e mortalidade em indivíduos com diabetes. O controle eficaz dos fatores de risco cardiovasculares demonstrou prevenir ou retardar o desenvolvimento dessas condições. As recomendações da American Diabetes Association (ADA) 2024 são baseadas em uma revisão abrangente da literatura clínica sobre diabetes, incorporando as evidências mais recentes e o consenso de especialistas. Estas diretrizes oferecem orientações práticas para o manejo da pressão arterial, dos lipídios, do uso de agentes antiplaquetários e das terapias específicas voltadas para a melhoria dos desfechos cardiovasculares e renais em pacientes com diabetes.
- Combinação Hipolipemiante É Benéfica Pós-Síndrome Coronariana Aguda25/09/2024 — Cardiologia · Clínica Médica
A associação de estatinas com inibidores do PCSK9 reduz o colesterol LDL sérico, os volumes de ateroma e os eventos cardiovasculares ateroscleróticos. No entanto, o alto custo do inibidor do PCSK9 e a aversão do paciente a terapias injetáveis limitam seu uso. Por isso, foi realizado este estudo randomizado, que mostrou que, mesmo em terapia de curto prazo, o uso do inibidor do PCSK9 em associação com estatinas pode melhorar os desfechos após síndrome coronariana aguda (SCA).
- Qual o Tempo Ideal de Anticoagulação Para TVP Distal Relacionada ao Câncer?25/09/2024 — Cardiologia · Oncologia · Clínica Médica
Há benefício potencial da terapia prolongada com edoxabana para pacientes com trombose venosa profunda (TVP) distal isolada associada ao câncer, em termos de risco trombótico. No entanto, há preocupação quanto ao aumento do risco de sangramento relacionado a tal conduta. Assim, esta análise pré-especificada do estudo ONCO-DVT mostrou que um regime prolongado de edoxabana foi superior em termos de risco trombótico, embora com um potencial aumento do risco hemorrágico.
- Inibidores da Glicoproteína IIb/IIIa São Seguros em Síndrome Coronariana Aguda?25/09/2024 — Cardiologia · Clínica Médica
Dados sobre o uso da glicoproteína IIb/IIIa (GPI) no mundo real em pacientes com síndrome coronariana aguda (SCA), após a introdução de potentes inibidores P2Y12 e stents de nova geração, são escassos. Assim, foi realizada esta coorte prospectiva, que mostrou que, no cenário estudado, o uso da GPI foi associado a melhores desfechos clínicos cardiovasculares, mas também a um maior risco de sangramento.
- CBR 2024 - Novos Tratamentos na Esclerose Sistêmica25/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A esclerose sistêmica (SSc) é uma doença caracterizada por diferentes manifestações, e muitas vezes requer a prescrição de vários fármacos para seu adequado controle. Apesar de já possuir tratamentos potencialmente modificadores de curso de doença para alguns de seus acometimentos, notadamente pulmão e pele, muito ainda precisa ser desenvolvido para adequado manejo dos acometimentos cardíacos, gastrointestinal, vascular, e também para o aumento do arsenal terapêutico para os quadros pulmonar e cutâneo. Diante do exposto, esse tema foi abordado em palestra ministrada pelo Dr. Percival Degrava Sampaio Barros no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024
- CBR 2024 – Dificuldades no Tratamento da Doença de Behçet25/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A doença de Behçet (DB) é uma vasculite de vasos variáveis caracterizada pela presença de úlceras orais e genitais recorrentes e envolvimento sistêmico diverso. A prevalência da doença é similar entre homens e mulheres, sendo que homens mais jovens costumam apresentar um fenótipo de doença mais grave. Diante do exposto, esse tema foi abordado em palestra ministrada pela Dra. Fatma Alibaz-Oner no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 – Novas Recomendações Brasileiras Para o Manejo da Tuberculose Infecção em Doenças Inflamatórias Imunomediadas25/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A América Latina representa cerca de 3% da carga global de tuberculose (TB), com uma estimativa de 268.000 novos casos por ano, sendo que 33% deles estão no Brasil. A tuberculose infecção, antiga ILTB, é caracterizada pela presença de micobactéria TB viável, associada a uma resposta imune do hospedeiro. Dessa forma, não há sintomas ou sinais sugestivos de doença. Diante do exposto, esse tema foi abordado em palestra ministrada pela Dra. Viviana de Souza no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 – Ano de Revisão – Esclerose Sistêmica25/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A esclerose sistêmica (ES) é uma doença crônica multissistêmica caracterizada por disfunção vascular generalizada e fibrose progressiva da pele e órgãos internos. É uma doença heterogênea, que se reflete em uma ampla gama de envolvimento de órgãos, progressão e gravidade da doença. Seu diagnóstico é baseado principalmente na presença de achados clínicos característicos e apoiado por anormalidades sorológicas específicas. Diante do exposto, esse tema foi abordado em palestra ministrada pela Dra. Sandra Maximiano no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Como Diferenciar a Artrite Psoriásica Axial da Espondilite Anquilosante?24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Ainda há controvérsia sobre a melhor forma de diferenciar espondiloartrite axial (EA) da artrite psoriásica axial (AxPsA). Compreender melhor os processos patológicos subjacentes a essas doenças é crucial para diagnósticos mais precisos e para a escolha de estratégias terapêuticas mais eficazes. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr. Dennis McGonagle no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Ano de Revisão em Osteoporose24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A osteoporose é a doença osteometabólica mais comum na prática clínica, caracterizada pela diminuição da massa óssea e pela deterioração de sua microarquitetura, o que leva a um risco aumentado de fragilidade e fratura óssea. Como novidades principais do último biênio, destacaram-se dois tópicos principais: a estratificação do risco de fratura e o tratamento da osteoporose. Diante do exposto, a aula de ano de revisão em osteoporose foi administrada pela Dra Mariana Ortega no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Discutindo Dor Crônica Além dos Fármacos24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A dor é um fenômeno biopsicossocial que envolve vias periféricas, centrais e inflamatórias. O tratamento contemporâneo e futuro da dor devem considerar, entre outros fatores: o impacto do estresse crônico no desenvolvimento da fibromialgia, os distúrbios do sono como perpetuadores da dor, e a medicina de precisão, que busca mapear os perfis de metabolização de medicamentos em cada paciente. Diante do exposto, esse tema foi abordado em mesa redonda moderada pela Dra. Ana Paula Monteiro Gomides Reis no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - Biomarcadores nas Doenças Autoimunes: Predição de Resposta e Estratégias24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
O uso de biomarcadores na artrite reumatoide auxilia no diagnóstico precoce, monitoramento da atividade da doença e resposta ao tratamento. No entanto, as limitações incluem a baixa especificidade, variabilidade entre pacientes e a falta de biomarcadores que prevejam completamente a progressão da doença. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr Paulo Louzada Jr. no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 – Como e Quando Usar Medicamentos Não Hipouricemiantes em Pacientes com Gota?24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
A gota é uma doença inflamatória que afeta principalmente as articulações, ocorrendo quando os níveis de ácido úrico no sangue estão elevados. Os medicamentos hipouricemiantes têm o objetivo principal de reduzir esses níveis e são a base do tratamento a longo prazo. No entanto, surge a questão: além desses medicamentos, há espaço para outras terapias no manejo da gota? Diante do exposto, esse tema foi abordado durante o Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 – A Imagem Nas Artrites Microcristalinas, Uma Oportunidade Para Diagnóstico24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
EULAR de 2023 fez recomendações em relação ao uso da imagem no diagnóstico das artropatias induzidas por cristais na prática clínica. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr. Henrique Pereira Sampaio no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 – As Outras Artrites Microcristalinas Que Não Gota: Como Tratar?24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Embora a gota seja a forma mais prevalente de artrite microcristalina, a doença por pirofosfato de cálcio (DPFC) e, de forma menos comum, a doença por fosfato básico de cálcio (DFBC) são pouco diagnosticadas e tratadas por reumatologistas. Diante do exposto, esse tema foi abordado pelo Dr. Geraldo da Rocha Castelar no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
- CBR 2024 - LES: Estamos Diante de Uma Pré-Eclâmpsia ou Atividade de Doença?24/09/2024 — Reumatologia · Clínica Médica
Uma das maiores dificuldades que os reumatologistas enfrentam é entender o que está acontecendo com uma paciente gestante com lúpus eritematoso sistêmico que apresenta hipertensão e proteinúria. Esse dilema é significativo, pois o diagnóstico correto pode mudar completamente a abordagem do tratamento e, consequentemente, o desfecho materno e fetal. Diante do exposto, esse tema foi abordado pela Dr. Cláudia Lopes Santoro Neiva no Congresso Brasileiro de Reumatologia de 2024.
