Oncologia: artigos e atualizações
Artigos de Oncologia no Portal MEDCode: resumos de estudos, guidelines comentados e alertas para profissionais de saúde.
- Imlunestranto (Inluriyo), SERD Oral, no Câncer de Mama ESR1-Mutado — EMBER-306/10/2026 — Clínica Médica · Oncologia
O imlunestranto, SERD oral, isolado ou combinado ao abemaciclibe, melhora a sobrevida livre de progressão em câncer de mama avançado RE+/HER2- após progressão em terapia endócrina prévia?
- Expectativas dos Pacientes sobre os Efeitos da Quimioterapia para Câncer Avançado18/03/2025 — Terapia Intensiva · Oncologia
Qual a expectativa de pacientes com neoplasia avançada recebendo quimioterapia paliativa quanto ao efeito esperado do tratamento?
- Sangramento em Fibrilação Atrial Está Associado a Maior Risco de Câncer?12/03/2025 — Clínica Médica · Cardiologia · Oncologia
Qual o contexto? Sangramento após o início da anticoagulação para fibrilação atrial (FA) pode ser um dos primeiros sinais de malignidade, especialmente em idosos. No entanto, não há diretrizes estabelecidas para orientar a investigação de câncer em pacientes com sangramento recente após início da anticoagulação. Por isso, este estudo de coorte analisou a associação entre sangramento e diagnóstico subsequente de câncer, demonstrando que, na população avaliada, o sangramento esteve fortemente associado a novos diagnósticos oncológicos.
- Como Eu Faço o Manejo Ambulatorial de Neutropenia Febril em Adultos em Tratamento de Doença Neoplásica10/02/2025 — Infectologia · Hematologia · Oncologia
Os neutrófilos são células fundamentais na defesa do organismo contra infecções, especialmente causadas por bactérias e fungos. Pacientes que passam por tratamento quimioterápico frequentemente desenvolvem neutropenia. O risco de infecções aumenta proporcionalmente à intensidade e à duração da neutropenia.
- Como Eu Faço o Manejo de Carcinoma Diferenciado da Tireoide Metastático22/01/2025 — Clínica Médica · Endocrinologia · Oncologia
As metástases à distância do carcinoma de tireoide podem ser identificadas no momento do diagnóstico inicial ou durante o acompanhamento. O prognóstico desses pacientes é variável, sendo que aqueles com doença estágio 4 pela classificação TNM apresentam uma sobrevida em torno de 50% em 5 anos. O tratamento de primeira linha geralmente consiste no uso de radioiodo. No entanto, alguns pacientes evoluem para doença avançada e refratária ao iodo. Nesses casos, é fundamental conhecer tratamentos adicionais que, embora não aumentem a sobrevida, podem reduzir a morbidade e aliviar os sintomas de forma paliativa.
- Como Eu Faço a Supressão do TSH e os Cuidados com o Radioiodo no Carcinoma Diferenciado da Tireoide22/01/2025 — Clínica Médica · Endocrinologia · Oncologia
Um dos principais objetivos do seguimento a longo prazo em pacientes com carcinoma diferenciado de tireoide é a vigilância de recorrência. Pacientes com risco maior de recorrência são submetidos a uma vigilância mais agressiva, devido à possibilidade de identificação precoce da recorrência e à oportunidade de tratamento efetivo. Outro objetivo do seguimento a longo prazo é a monitorização da terapia de supressão com levotiroxina, para evitar reposição insuficiente ou excessiva.
- Como Eu Faço os Exames de Seguimento a Longo Prazo de Carcinoma Diferenciado da Tireoide20/01/2025 — Clínica Médica · Endocrinologia · Oncologia
Um dos principais objetivos do seguimento a longo prazo em pacientes com carcinoma diferenciado de tireoide é a vigilância de recorrência. Pacientes com risco maior de recorrência são submetidos a uma vigilância mais agressiva, devido à possibilidade de identificação precoce da recorrência e à oportunidade de tratamento efetivo. Outro objetivo do seguimento a longo prazo é a monitorização da terapia de supressão com levotiroxina, para evitar reposição insuficiente ou excessiva.
- Humana Recombinante é Eficaz no Tratamento do Câncer de Tireoide?23/12/2024 — Clínica Médica · Endocrinologia · Oncologia
A terapia com iodo radioativo é o padrão de tratamento para a maioria dos pacientes com câncer diferenciado de tireoide (CDT) após cirurgia primária. Contudo, o método ideal de estimulação para iodoterapia em pacientes de risco intermediário ainda não estava estabelecido. Este estudo randomizado avaliou a eficácia da tirotropina humana recombinante (THR) em comparação com a suspensão do hormônio tireoidiano (SHT) e demonstrou que a THR foi não inferior à SHT quando usada em combinação com 3,7 GBq de terapia com iodo radioativo, além de apresentar um perfil de segurança mais favorável.
- Como Eu Faço o Tratamento Adjuvante de Carcinoma Diferenciado da Tireoide Com Base na Diretriz da American Thyroid Association (ATA) 201513/12/2024 — Endocrinologia · Oncologia
O carcinoma diferenciado da tireoide, que inclui os subtipos papilífero e folicular, representa mais de 90% dos cânceres de tireoide. A incidência desse tipo de câncer tem aumentado nas últimas décadas, provavelmente devido ao maior uso de exames de imagem e ultrassonografia cervical, que possibilitam o diagnóstico de tumores menores. Apesar do aumento no número de casos diagnosticados, a mortalidade permanece semelhante e, felizmente, é bastante baixa. A diretriz foi desenvolvida pela ATA (American Thyroid Association) com o objetivo de fornecer informações baseadas em evidências para o diagnóstico e manejo de câncer de tireoide. Esta diretriz é uma atualização da publicação original de 2006, revisada em 2009. Neste texto, abordaremos as recomendações mais relevantes para tratamentos adjuvantes após o tratamento cirúrgico. O método adotado foi o sistema de classificação do American College of Physicians (ACP), também adaptado para investigação diagnóstica, que utiliza três graus de recomendação: recomendação forte (os benefícios claramente superam os riscos, ou vice-versa), recomendação fraca (os benefícios se aproximam dos riscos) e sem recomendação (quando o risco-benefício não pode ser determinado). Além disso, a força das evidências encontradas na literatura foi estratificada em quatro níveis: alto, moderado, baixo e insuficiente.
- Escores Tradicionais São Maus Preditores de Risco Cardiovascular em Pacientes Oncológicos09/10/2024 — Clínica Médica · Cardiologia · Oncologia
Estratégias de prevenção cardiovascular são guiadas por escores de risco cuja validação é desconhecida em pacientes oncológicos. Por isso, foi realizada essa análise da coorte prospectiva UK Biobank, que mostrou que os escores de risco cardiovascular existentes possuem acurácia preditiva inferior em pacientes sobreviventes de câncer em comparação com aqueles que não tiveram câncer.
- Apixabana é Deletéria em Pacientes Oncológicos?07/10/2024 — Neurologia · Oncologia · Clínica Médica
Os dados sobre a eficácia e segurança dos agentes antitrombóticos em pacientes com câncer e acidente vascular encefálico (AVE) criptogênico são escassos. Por essa razão, foi realizada uma análise post-hoc do estudo ARCADIA, que demonstrou que, no perfil de pacientes avaliado, não houve diferença no risco isquêmico ou hemorrágico entre o uso de apixabana e o de aspirina.
- Cuidado Paliativo Escalonado em Pacientes com Câncer de Pulmão Avançado03/10/2024 — Pneumologia · Oncologia · Cuidados Paliativos · Clínica Médica
Uma estratégia de cuidado paliativo escalonado, ocorrendo em momentos-chave da evolução da doença, pode ser um modelo efetivo para melhorar a qualidade de vida de pacientes com câncer de pulmão?
- Qual o Tempo Ideal de Anticoagulação Para TVP Distal Relacionada ao Câncer?25/09/2024 — Cardiologia · Oncologia · Clínica Médica
Há benefício potencial da terapia prolongada com edoxabana para pacientes com trombose venosa profunda (TVP) distal isolada associada ao câncer, em termos de risco trombótico. No entanto, há preocupação quanto ao aumento do risco de sangramento relacionado a tal conduta. Assim, esta análise pré-especificada do estudo ONCO-DVT mostrou que um regime prolongado de edoxabana foi superior em termos de risco trombótico, embora com um potencial aumento do risco hemorrágico.
- Como eu Trato a Síndrome de Liberação de Citocinas e Sepse Com Base em Revisão de Literatura em 202429/08/2024 — Terapia Intensiva · Oncologia · Hematologia
A síndrome de liberação de citocinas (CRS) e a sepse compartilham uma sobreposição clínica considerável, apresentando manifestações como febre, hipotensão, choque vasodilatador e falência de múltiplos órgãos. A CRS é frequentemente desencadeada por terapias como células CAR-T, inibidores de pontos de verificação (CPIs) e infusão de células-tronco hematopoiéticas, especialmente de doadores haploidênticos. Este é um tema que carece de guidelines e recomendações formais, o que torna a prática clínica baseada principalmente em revisões de literatura. Este texto foi elaborado com base no estudo de Athale J, publicado na Infectious Disease Clinics of North America em 2022.
- Inibidor de BRAF-MEK em Craniofaringioma Papilífero Recém Diagnosticado27/08/2024 — Endocrinologia · Clínica Médica · Oncologia
Em pacientes com craniofaringiomas papilares recém-diagnosticados, a combinação vemurafenibe–cobimetinibe é eficaz em reduzir o tamanho tumoral?
- Drogas com Atividade Óssea: Indicação em Câncer de Mama e Pré-Menopausa?16/08/2024 — Reumatologia · Ginecologia Geral · Endocrinologia · Oncologia
O manejo da saúde óssea em mulheres na pré-menopausa, com câncer de mama, que estão sob terapias de privação hormonal (TPH), é desafiador, e a eficácia das drogas com atividade óssea ainda é incerta. Este estudo multicêntrico retrospectivo mostrou que pacientes sob alto risco de fraturas vertebrais podem se beneficiar da prevenção através do uso de drogas com atividade óssea, como bifosfonatos e denosumab.
- Insuficiência Cardíaca Piora Mais a Qualidade de Vida que o Câncer09/08/2024 — Psiquiatria · Cardiologia · Oncologia · Clínica Médica
Pacientes com insuficiência cardíaca (IC) e câncer apresentam comprometimento da saúde física e mental. No entanto, a qualidade de vida relacionada à saúde (HRQOL) não foi diretamente comparada entre essas condições. Esta análise agrupada de dados do Medicare Health Outcomes Survey mostrou que pessoas com IC apresentam pior HRQOL do que aquelas com câncer, mesmo quando recebem tratamento ativo.
- Células T CARv3-TEAM-E intraventricular em Glioblastoma recorrente30/05/2024 — Neurologia · Oncologia · Clínica Médica
Qual a segurança do tratamento com células T CARv3-TEAM-E no tratamento do glioblastoma multiforme?
